O plano de Lula prevê Fungetur, novos roteiros, economia criativa e valorização dos parques nacionais. São propostas promissoras, mas precisam sair do papel. O Brasil enfrenta passagens caras, longas distâncias dos mercados emissores, gargalos de infraestrutura e o custo Brasil. Para avançar, o próximo mandato deve definir prioridades, recursos e prazos. O turismo merece ser tratado como política de Estado.
Propostas exigem execução e metas
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