Douglas promete mais ajuda para as mulheres empreenderem
21 de setembro de 202600:01Redação
Douglas recebe o carinho da população da Baixada FluminenseCrédito: Divulgação/ PL-RJ
O candidato do PL ao Governo do Rio, Douglas Ruas, reafirmou neste domingo (20) o compromisso de adotar uma postura firme contra agressores de mulheres, nas feiras livres de Belford Roxo e Duque de Caixas. Nos seus discursos a moradores, enfatizou que os violentadores irão para a cadeia: "Nós vamos enfrentar os criminosos com muita força e enfrentar os homens covardes. Se levantar a mão para bater em mulher, vai para a cadeia", disse ele.
O candidato também dedicou parte de seu discurso ao tema da autonomia econômica das mulheres, detalhando propostas para promover a qualificação profissional e o empreendedorismo femininos: "Queremos qualificação profissional e crédito para que as mulheres consigam empreender, abrir o seu próprio negócio e alcançar a autonomia financeira, para que possam tomar a decisão que quiserem no tempo em que quiserem", afirmou.
Candidato também anuncia projeto a jovens
Douglas Ruas com os jovens no Santo CristoCrédito: Divulgação/ PL-RJ
Durante encontro com jovens no sábado (19), no Santo Cristo, Douglas apresentou o projeto Rio Criativo, voltado para dar oportunidade às pessoas que têm talento nato para a arte. Além de Ruas, também participaram do evento o candidato ao Senado Carlos Portinho e candidatos a deputado estadual e federal. O evento reuniu influenciadores fluminenses e teve apresentações culturais, incluindo uma exibição de passinho e uma batalha de rima, celebrando a produção artística da juventude carioca.
Mutirão Estadual de Negociação de Dívidas
O Mutirão Estadual de Negociação de Dívidas chega, entre os dias 22 e 24 de setembro, à Região Metropolitana e ao interior, ampliando o alcance da iniciativa para 91 municípios fluminenses. Promovida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor e do PROCON-RJ, a ação reúne mais de 40 empresas e instituições para auxiliar consumidores na regularização de pendências financeiras. Na capital foram negociados mais de R$ 2,238.840,15 milhões em dívidas, com 534 acordos firmados.
Informações no site Mutirão do Consumidor
Entre os participantes estão bancos, operadoras de telefonia, concessionárias de água, energia e gás, instituições de ensino e empresas do varejo. Além da negociação de débitos, o mutirão oferece orientações sobre planejamento do orçamento familiar, prevenção ao endividamento excessivo e mecanismos de proteção previstos na Lei do Superendividamento. Os locais estão no site Mutirão do Consumidor.
Poupatempo RJ
A 13ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital acatou o pedido de tutela provisória de urgência requerida pela Procuradoria Geral do Estado (PGE-RJ), determinando que as empresas integrantes do Consórcio RJ Cidadão se abstenham de suspender, interromper ou reduzir a prestação dos serviços do Programa Poupatempo RJ.
Unidades ficam abertas
A decisão se aplica para as unidades de Bangu, Duque de Caxias e São João de Meriti, e impede a paralisação anunciada pelo consórcio, sob pena de multa diária de R$ 200 mil por unidade em que se verificar o descumprimento. A paralisação atingiria simultaneamente três unidades que prestam serviços públicos de relevante interesse social.
Auditoria
O consórcio havia comunicado ao Governo do Rio, por notificação extrajudicial, que suspenderia a execução de um contrato firmado em 2023, caso não houvesse a quitação do saldo contratual em aberto. No entanto, uma auditoria estadual identificou uma série de irregularidades na contabilização e no pagamento dos serviços prestados aos cidadãos.
Divergências de dados
O Estado viu divergências entre os atendimentos apresentados pelo consórcio e os números comprovados pelos órgãos parceiros do programa. Em junho, por exemplo, o consórcio declarou 845.086 atendimentos e os órgãos estaduais validaram apenas 261.783. Com isso, a diferença entre os valores cobrados e os efetivamente pagos é R$ 15 milhões.
Pagamentos devidos
Na decisão, a juíza Alessandra Cristina Tufvesson de Campos Melo destacou que os documentos apresentados pelo Estado revelam que os atestos relativos às competências cobradas não permanecem íntegros, havendo dúvida relevante sobre a própria liquidação e, consequentemente, sobre a existência e a extensão dos pagamentos devidos.
Risco à população
A interrupção abrupta, segundo a juíza, repercutiria sobre milhares de usuários, inclusive pessoas com atendimento previamente agendado, além de produzir consequências dificilmente reparáveis por decisão posterior. A decisão também considerou o risco de dano à população em serviços essenciais de documentação.
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