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China adota a isenção
A resposta morna da chancelaria chinesa não é exceção. Pequim tem histórico de evitar se envolver ou comentar o que considera assuntos internos de outros países, como eleições, e costuma reagir aos resultados com fórmulas genéricas. Por exemplo, após o segundo turno da eleição presidencial brasileira, em 25 de outubro, quando Lula foi reeleito presidente.